O método,em quatro movimentos.
Mapear, simular, medir e controlar, melhorar. Nessa ordem, porque a tecnologia só entra depois que o fluxo foi entendido. Antes dos quatro, o conceito que dá ritmo a todos: o takt.
Takt é a batuta do maestro.
Taktzeit, em alemão, é o compasso que a batuta marca para a orquestra. A palavra veio da indústria aeronáutica alemã dos anos 1930 e virou fundamento do Sistema Toyota de Produção.
O takt é o ritmo que o cliente impõe ao processo. Mais rápido que o takt, sobra estoque. Mais lento, forma fila. Toda operação tem um takt. A maioria nunca o mediu.
A cada 15 minutos, uma proposta precisa ficar pronta. Esse é o pulso.
Ninguém melhora o que não enxerga.
Em serviços, a fila mora em sistemas, e-mails e planilhas. Na fábrica, entre uma máquina e outra. Mapeamos o fluxo de valor no gemba e com os dados da operação, numa ferramenta web: cada etapa, cada fila, cada perda.
Captura da ferramenta em uma operação real de crédito com garantia de imóvel.
O tempo de ciclo medido aparece ao lado do padrão. O desvio fica à vista.
Etapas em paralelo, como vistoria e certidões, sincronizadas antes do jurídico. O fluxo como ele é.
A perda aparece na etapa onde acontece, não no relatório do fim do mês.
Erre no simulador. Acerte na operação.
Com os tempos reais de cada etapa, montamos um gêmeo digital do processo. Antes de contratar, realocar ou automatizar, testamos o cenário e vemos o efeito nas filas e no lead time.
Exemplo ilustrativo: o mesmo fluxo de propostas do mapa da página inicial.
A operação bate em variação controlada.
A média esconde. Cada etapa tem uma distribuição de tempos, e é a variação que estoura o prazo. Medimos cada evento contra o limite que o cliente aceita e alertamos no momento do desvio, não no fechamento do mês.
No padrão Seis Sigma, cabem seis desvios-padrão entre a média e o limite: 3,4 defeitos por milhão. Reduza a variação ao lado e veja o nível sigma subir.
Análise com média de 48 min e SLA de 60 min. Defeitos por milhão com o deslocamento de 1,5σ, como no padrão Seis Sigma.
Kaizen deixa de ser evento. Vira batimento.
Kaizen não é um workshop por ano. Com o fluxo medido evento a evento, o trabalho padrão é avaliado todo dia e cada mudança aparece no próprio mapa: o lead time cai, a fila encolhe, ou a mudança volta para a prancheta.
A perfeição é o rumo. Cada ciclo aproxima o processo dela, e o seu time aprende a conduzir o ciclo sem depender de nós.
Tecnologia sem fluxo automatiza o desperdício.
Comece pelo mapa.
Em duas semanas, mapeamos o fluxo de um processo crítico da sua empresa e mostramos onde está o ganho.
Conversa direta com Jonas Jeremias, o especialista.