Batimento da operação

Toda operação tem um batimento.Vamos medir o da sua.

Seis perguntas sobre a sua empresa, uns cinco minutos. No fim, você vai saber o ritmo que o seu cliente impõe, quanto do tempo o seu trabalho fica parado e quanta coisa está esperando lá dentro agora.

As contas são feitas no seu navegador. Nada é enviado nem guardado.

Pergunta 1 de 6

O que a sua operação entrega ao cliente?

Escolha a unidade que melhor representa uma entrega. É ela que vamos acompanhar do pedido até o fim.

Pergunta 2 de 6

Quantos itens os seus clientes pedem por mês?

A demanda, não a capacidade: o que chega, não o que vocês conseguem fazer. Uma média dos últimos meses basta.

Pergunta 3 de 6

Quanto tempo por dia a operação trabalha?

A jornada de quem faz o trabalho, menos as pausas. Se houver mais de um turno, informe quantos.

O batimento da sua operação

—

A cada —, um cliente pede um item. Esse é o takt da sua operação: o compasso que a demanda impõe.

De onde vem

Takt é compasso, em alemão: a batuta do maestro. A conta é simples: tempo disponível ÷ demanda. — por dia ÷ — itens por dia.

Primeira ficha

O takt não é quanto vocês conseguem produzir. É quanto o cliente pede. Não se escolhe e não se aperta: só muda quando muda a demanda ou o tempo disponível.

Por que importa

Toda a empresa deveria bater nesse compasso: vendas, operação, compras, financeiro. Quem anda mais devagar vira fila. Quem anda mais rápido produz o que ninguém pediu ainda.

Pergunta 4 de 6

Do pedido à entrega, quantos dias úteis um item leva?

O tempo que o cliente sente: do momento em que ele pede até receber. Uma média serve.

Pergunta 5 de 6

E quanto trabalho de verdade um item leva?

Imagine uma pessoa fazendo um item do início ao fim, somando todas as etapas, sem nenhuma fila, espera ou interrupção. Quantos minutos seriam?

O tempo do cliente

— do tempo, o item está parado.

O seu cliente espera — por algo que leva — de trabalho.

trabalho que agrega valor · —espera
—

Itens dentro da sua operação neste momento, em média. Cada um é dinheiro parado, um cliente esperando e, quase sempre, um problema escondido.

Segunda ficha

A espera não está em ninguém. Está entre as pessoas: na fila da próxima etapa, na aprovação, no lote que espera completar. Por isso nenhum relatório de produtividade mostra.

De onde vem o número

Lei de Little: estoque em processo = demanda × lead time. — por dia × — = —. Encurte o lead time e esse estoque encolhe junto.

Para comparar

Em operações que nunca foram mapeadas, é comum o trabalho que agrega valor ficar abaixo de 5% do lead time. A boa notícia: é na espera que está o ganho, e ela não exige ninguém trabalhar mais rápido.

Pergunta 6 de 6

Quantas pessoas trabalham diretamente nesse fluxo?

Quem põe a mão no item em alguma etapa, do pedido à entrega. Some as frações: duas pessoas dedicadas pela metade contam uma.

Pessoas no compasso

— pessoas fazem o trabalho no ritmo do takt.

—

Toda a empresa no mesmo compasso

Cada área tem o seu ritmo. Quando uma delas trabalha em lote, juntando para fazer de uma vez, a fila nasce na porta dela, mesmo que todo mundo esteja ocupado.

Na sua empresa, alguma área trabalha assim? Aprova uma vez por dia, compra uma vez por semana, fatura uma vez por mês?

O batimento da sua operação

Agora você enxerga o ritmo. Falta enxergar o fluxo.

Takt—a cada batida, um item
Lead time—do pedido à entrega
Parado—do lead time é espera
Dentro da operação—itens esperando agora
Pessoas— / —pelo takt / hoje
O que estes números não mostram

Onde a espera está. Qual etapa é o gargalo, qual fila cresce, qual área anda fora do compasso, e quanto isso custa por mês. Esses números mostram o tamanho do problema. O mapa mostra onde ele está.

O próximo passo

No diagnóstico, mapeamos o fluxo de valor da sua operação numa ferramenta web, com os dados reais de cada etapa. Em duas semanas, você vê o fluxo inteiro e onde atacar primeiro.

O botão abre o WhatsApp com os seus números já escritos. Você decide se envia.